segunda-feira, 3 de julho de 2017

Ajustando a correia do Fusca

A manutenção preventiva em um automóvel (assim como em qualquer outra máquina) é, sem dúvidas, o carro chefe para o funcionamento e durabilidade acertados do mesmo. O post de hoje vai mostrar a você como é feito o ajuste da tensão da correia do Fusca, um detalhe geralmente esquecido no momento das revisões periódicas nos carros clássicos. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Como eu disse no parágrafo acima, um item muitas vezes negligenciado na manutenção preventiva de um Fusquinha é a sua correia. Algumas pessoas simplesmente se atentam ao fato dela estar ressecada ou não, mas não observam qual é a tensão atribuída a correia para o aumento de sua vida útil. A correia no Fusca ainda que não seja responsável por nenhum tipo de sincronismo no motor, é responsável por acionar o dínamo ou alternador para que, além de carregar a bateria, gire a ventoinha responsável por grande parte do sistema de refrigeração.
A imagem que vocês veem ao final do post vem lá do manual do Fusca 1965 que eu tenho digitalizado aqui no computador há algum tempo. Nela, vocês podem verificar como é feito o tensionamento correto da correia do Fusca e de seus derivados: A porca que faz a fixação da polia do dínamo ou alternador precisa ser desapertada e o tensionamento é feito com a distribuição das arruelas presentes entre o conjunto da polia, que é composto por duas peças exatamente para que este ajuste possa ser feito.
Um dica importante é a seguinte: Na grande maioria dos Fuscas (para não dizer a totalidade) a porca da polia do dínamo ou alternador pode ser desapertada com a chave de roda. Numa emergência geralmente é a melhor saída.
Veja:




8 comentários:

  1. Uma vez, não sei se foi no Fórum Fusca Brasil, vi alguém falar sobre usar correia de Chevette nos Fuscas com dínamo, pois como essa é um pouco mais justa que a original do Fusca, ela faria o dínamo girar com mais precisão e consequentemente o mesmo carregaria a bateria com mais eficiência.

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    Respostas
    1. Talvez até funcione. O problema é se a tensão um pouco mais elevada da correia não faça com que ela tenha uma vida útil menor...mas não deixa de ser uma alternativa.

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    2. Sim, ou talvez forçar os rolamentos do dínamo.

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    3. Sim. Os rolamentos em algumas situações são bem chatinhos de sair, não é a mão de obra mais agradável em um Fusca, diferente de uma regulagem no motor...heheh

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    4. Trocar coifa do eixo traseiro do Fusca deve ser mais chato.

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    5. O pior é quando os mexânicos insistem em montar a coifa da maneira errada...hehehe

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    6. Tem que montar com os parafusos dela sempre na lateral e não em cima ou embaixo.

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    7. Exatamente. Assim a torção da junção onde vão os parafusos não sofre tanto.

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