segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Alguns transportadores de felicidade

Esse é mais um post que ficou com um título um tanto estranho, mas é uma descrição bem interessante do tema de hoje. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like básico na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que acontece aqui no blog, visto que é publicado um novo post todos os dias. São dois cliques rápidos, fáceis e descomplicados e estão aqui a sua direita. Com certeza essa é uma das melhores maneiras de você prestigiar o blog.
Há alguns posts atrás eu escrevi sobre a "fábrica de sonhos" que um carro antigo pode ser. Pois bem, pensando naquele fato logo após escrever aquele post, vi coincidentemente a primeira foto que aparece nesse post no meu feed de notícias do Facebook. Naquele instante, logo me veio a cabeça qual seria o assunto do post de hoje: Como era feito o transporte dos carros zero quilômetro há alguns anos atrás.
Nos dias de hoje é muito comum se ver nas rodovias os caminhões cegonha (ou "cegonheiras", como queiram), aqueles que carregam os carros novinhos geralmente em "dois andares". Eu me lembro que quando eu era bem criança, sempre perguntava ao meu pau como é que os carros que ficavam em cima não caíam ou algo do gênero, até o momento que, ainda quando pequeno, tive a oportunidade de ver uma cegonha de perto e entender como funcionam aquelas resistentes cintas que travam as rodas dos carros. Antigamente não era muito diferente: O transporte era feito da mesma maneira. A diferença é que hoje temos muito mais tecnologia a favor dos operadores de cegonha que ganharam muita segurança.
Pensando nesse tema, dei uma corridinha no Google Imagens e pesquisei algumas fotos de Fuscas e outros VW a ar sendo transportados. Para a minha surpresa, eu achei uma foto em que três Fuscas 1300 eram carregados sob uma Scania antiga em cima de uma carga lonada.
Veja:








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