domingo, 6 de novembro de 2016

A Kombi que conheceu o fim do mundo

Sim, literalmente é o fim do mundo, no melhor sentido possível da expressão. Se você já está aqui me dando a honra da visita, seja pela primeira vez ou se você já "é de casa", não deixe de dar aquele like básico na página no Facebook e de seguir o blog também. Tudo é fácil e fica aqui a sua direita.
Quando eu "trombei" com esse vídeo no Youtube não hesitei em postá-lo assim que fosse possível. Acredito eu que todas as pessoas precisam sempre buscar a sua felicidade, por mais estranha ou banal que esta possa parecer aos outros. A história de hoje mostra que o ser humano não precisa de muito para ser feliz, e que a motivação de um sorriso pode estar apenas em um ideal.
O vídeo que aparece ao final do post foi postado pelo canal "Fanáticos por antigos". Se você der uma olhada nos posts mais antigos, vai notar que eu já compartilhei aqui umas duas ou três vezes vídeos deles e reitero o que sempre disse nesses posts, inscrevam-se nesse canal, o conteúdo é muito bacana e tem a nossa linguagem, das pessoas que gostam de carros clássicos.
A história de hoje teve percalços em seus curso, mas com certeza tem o seu final (ou o "capítulo" atual, em virtude de que é algo que sempre estará sendo levado a diante) feliz. Esta simpática e diferente Kombi Clipper 1986 pertence ao Thomas. No vídeo, ele conta toda a história desta perua desde a sua infância. Este carro era de seu avô, que um dia veio a faltar, fazendo com que esta Kombi ficasse parada. Assim que ele pôde começar a "ressuscitar" o carrinho, infelizmente sua avó, que foi doadora do carro, também não pôde andar no carro. Desta maneira, Thomas achou, de uma maneira muito feliz e divertida, uma forma de fazer com que seus avós pudessem ver o clássico em plena forma novamente.
A ideia foi viajar para o fim do mundo, sem nenhum rumo ou data de chegada. Foi uma maneira de curtir e conhecer a vida ao extremo. O carro teve alguns problemas, mas todos esses foram encarados de uma maneira muito divertida, não abonando em nada a viagem.
Com certeza vale a pena assistir esse vídeo para que nos lembremos com o "Kombão dos Alemão" que a felicidade não tem preço, somente um custo mínimo, que é a sua iniciativa de ser feliz.
Veja:

 

4 comentários:

  1. Eu, se tivesse um Fusca e fizesse um "bate e volta" de São Paulo a Santos já me daria por satisfeito, pois por incrível que pareça, apesar de ter 20 anos de habilitado eu NUNCA dirigi em estrada na minha vida, aliás, uma vez isso quase aconteceu, só não fui até Santos porque não tinha avisado minha família e não tinha gasolina suficiente no Fusca que eu tinha na época e os caras foram para Ushuaia de Kombosa, isso é que é uma viagem MESMO.

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    1. Os caras tiveram muita coragem e determinação para uma viagem dessas. Dirigir em estrada é muito bacana, principalmente mantendo velocidade de cruzeiro.

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    2. Eu imagino que seja mesmo, com certeza.

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    3. Com o tempo a gente aprende que não é preciso esticar o tempo todo pra ser feliz, curtir as paisagens da rodovia é muito mais gostoso.

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